quarta-feira, 24 de setembro de 2008


Não te vou dizer aquilo que acho que queres ouvir. Não vais ouvir um "Desisto!" da minha boca. Não enquanto não for isso que sinto. Não enquanto for por ti que o coração fique apertado e as borboletas teimem em me sobrevoar a barriga. É simples. Todos precisamos de espaço, todos precisamos dos "nossos" (sejam sítios, momentos ou pessoas), todos precisamos de tempo. Temos todo o tempo do mundo e enquanto eu acreditar tens-me aqui, de braços e o coração abertos. Deixa-me mostrar que ainda estás reflectido nos meus olhos e aqui és inteiro, como eu sou nos teus.

1 comentário:

Joana Almeida disse...

Desistir é optar pelo caminho mais fácil, é o que fazem os fracos. E dos fracos n reza a História...