quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Anda. Vamos gastar os dias como faziamos, sem nos preocuparmos com as horas que passam, o vento que sopra e a chuva que cai. Anda, bate-me à porta do coração como fizeste uma vez e desperta-me desta inércia que me consome sem eu querer. Sinto falta de exteriorizar aquilo que o coração continua a contar-me em segredo. O frio gela-me as mãos e mesmo assim caminho, porque a estrada não acabou naquela curva.

5 comentários:

Joana Almeida disse...

A estrada nunca acaba e as curvas só servem para reduzir o efeito monótono da condução... Lembras.te da primeira coisa que aprendi contigo?

Estradinha adiante! ;)

Tyler_____Durden disse...

...e ha rectas aparentemente calmas que sao mais tumultuosas e desiquilibradas que curvas declaradamente perigosas...é tudo uma questao de alerta...mas como estamos acompanhados com amigos é tudo mais facil. mas amigos de verdade,daqueles da linha dura que nao saiem do teu lado nem por nada,nem que a vaca tussa.

Anónimo disse...

Já vi que és das que gosta de se mover em "perigosos terrenos".Tens carta de pesados??Fica bem.

ana disse...

Perigosos terrenos ou não, eu gosto de caminhar. Pq parado não se vai a lado nenhum. ;)
(E se pudessem assinar os comentários.. Eu agradecia! :p )

Espirito Da Lua ( disse...

Exactamente, para a frente é o caminho. Parado é que não se chega a lado nenhum. Quanto às curvas, com o tempo vai-se aprendendo a domina-las. É como a história das pedras no caminho.."um dia hei-de construir um castelo"...

Um Bjinho*