domingo, 1 de agosto de 2010

Ensinam-nos que não devemos dizer tudo o que pensamos, tudo o que sentimos. Para depois, no auge da independência e da sinceridade, nos dizerem que a vida, vivida em pleno, não deve ter arrependimentos e palavras arrumadas num canto bolorento da alma. Como é que se faz, afinal? Diz-se o que sentimos ou calamo-nos, em prol de uma causa maior: sobreviver?

Vou até ao Guincho pensar nisto, bom domingo.

3 comentários:

Margarida disse...

estou a fazer figas para que alguém responda, com aquela firmeza de que sabe estar certo.

guga disse...

ja tratei disso, margarida.

Ana Pliim disse...

Para mim vai ser sempre melhor dizer tudo o que nos vai na alma, vou sempre achar que é melhor arrepender-me por algo que fiz do que por algo que ficou por fazer :)

Gosto do teu blog, e espero que voltes aqui a escrever em breve *