sexta-feira, 29 de janeiro de 2010


A lua brilha muito redonda lá fora e ilumina o chão encarnado, ainda morno do pouco sol que se fez sentir. E eu, por não te querer escrever, estalo a língua, vou cantarolando qualquer coisa e finjo que não cresces dentro de mim, com a mesma insensatez com que me despertas e me obrigas a caminhar em meios caminhos que nunca nos conduzem a decisões que quero ler nos teus lábios.