sexta-feira, 17 de julho de 2009

Falemos de cowboys..

Em Lisboa há cowboys. Juro-vos. Vinha da Almirante Reis, descontraída na minha distracção normal de quem vive a rua e observa tudo, quando me cruzei com ele. Juro-vos, se ele quisesse era o sósia do Clint Eastwood. Simples. As mesmas rugas, o mesmo sobrolho franzido, o mesmo ar de duro que parece fazer-nos tremer. As roupas não eram de cowboy, obviamente. Não envergava uns jeans coçados, nem um colete de franjas, como nos acostumámos a ver nos filmes de cowboys. Mas de resto, era o Clint Eastwood. E no meu imaginário surgiu logo ali um cenário do Antigo Oeste, com aquela bola de espinhos (ou lá o que é) característica das grandes produções de Hollywood. Obviamente que foi delírio momentâneo que acabei por trazer comigo e comecei a trautear a música dos Da Weasel e dei-lhes razão. Os bons da fita com ar deprimente não deixam de ter o seu quê de charme mas aquele ar suado, sarro na roupa e o assobio de fundo.. É outro universo. E o Clint não me conquistou nos filmes de cowboys. Confesso até que não vi nenhum. Mas apeteceu-me ser uma mulher manara, com aquelas saias de mil folhos e maquilhagem exagerada, exuberante.

5 comentários:

Nuno, apenas Nuno. disse...

E as mamas todas saídas :b

Marianinha disse...

ahahah, quem sabe não era ela :p
A minha mãe adora filmes de cowboys, acho que se ela lê-se isto fechava-se já no quarto a ver uns quantos :b

Marianinha disse...

* ele

Silvéria disse...

Na Trofa, que é uma pequeníssima amostra do território nacional, encontro sósias de toda a gente... até uma tua já vi!!!

Patrícia disse...

ora eu, como diz a música, gosto dos meus heróis com um pouco de patife. adepta de cowboys...